Para lembrar Darcy Penteado e socorrer sua memória

Artista, intelectual e militante de múltiplas formas e talentos. Como artista, foi desenhista, pintor, ilustrador, cenógrafo, figurinista; como intelectual público, fundou e escreveu no pioneiro Lampião da Esquina, que está no centro da agência pública homossexual/LGBT do final dos anos 1970 e 1980. Darcy entrou para os compêndios estrangeiros de cultura queer como escritor com seus livros A meta (1976), Crescilda e os espartanos (1977), Teoremambo (1979), Nivaldo e Jerônimo (1981) e Menino insone (1983).







